Amanhã, Todos no Dia Nacional de Luta

O Socialismo Revolucionário, SR apela a todos os leitores, aos trabalhadores e jovens que integrem o Dia Nacional de Luta promovido pela CGTP.
Saúde, também, na oportunidade, o aniversário da CGTP, marco importante do movimento sindical de classe me Portugal.

No momento em que os horizontes se manifestam tão tenebrosos para as famílias trabalhadores, é imperioso que os trabalhadores se manifestem, saiam à rua, procurem formas de resistir e de reforçar as suas organizações para passarem à ofensiva.

Apoiando sem qualquer dúvida esta acção da CGTP, o SR não pode deixar de notar que falta um programa de mobilização e unificação das lutas. Como já o expressamos, a Com.Exec. da CGTP perdeu uma oportunidade de ter lançado um programa claro de mobilização, na sequência da Manifestação de 5 de Julho, que galvanizasse as centenas de milhares de trabalhadores presentes, os delegados sindicais e os dirigentes.
Ao optar for regionalizar as acções subsequentes, ao não promover a unificação de lutas a nível local, sectorial e regional, ao permitir que as lutas se travem sem a manifestação massiva de solidariedade das diversas estruturas sindicais e com o apelo sindical directo às comunidades onde essas lutas se travam, a Com. Exec. da CGTP não deu, como lhe competia, um sinal forte de mobilização e combatividade necessário para se poder construir, num trabalho a médio prazo, paciente mas combativo, a resposta que todos os trabalhadores e sindicalistas conscientes sabem que é necessário dar: uma Greve Geral que force a classe dominante a considerar com respeito os trabalhadores e as suas organizações de classe.
Para além da luta contra as alterações à legislação laboral, é urgente que o movimento sindical incorpore a luta contra a carestia e o cerceamento às liverdades individuais e sindicais.
Algumas Propostas
Aumento do Salário Mínimo Nacional – O acordo em concertação social que aponta para o SMN de 500€ em 2011 está ultrapassado pelos acontecimentos. Hoje cada, um maior número de famílias vêm-se a empobrecer, mercês de salários de miséria. A proposta da CGTP de um SMN de 600€ em 2013 é adeuada. Mas a necessidade imperiosa do cambate à mi´seria das massas implica que, com um profundo trabalho de mobilização e desmitificação das patranas dos capitalistas e seus especialistas se exiga um SMN de 500€, já!
Congelamento do preços de primeira necessidade – os aumentos dos probutos alimentares e outrso bens de primeira necessidade correspondem-me, em muitos casos , à ganância espculativa do grande capital.
Outras medidas urgentes, que os Sindicatos devem tomar como sua é a baixa de taxa de juros do crédito à habitação e intervenção estatal nos casos onde, por quebra de salário real ou despedimento, as famílias trabalhadores já não possam pegar as hipotecas bancárias. Os sindicatos, em colaboração com ortras organizações sociais, devem organizar a resistência aos despejos de famílas afectadas pelo desemprego ou pela perca do poder de compra. A Habitação é um direito e não uma obscena funte de lucro para os especuladores bacáriso e fianceiros.
Estas medidas são esboços que estamos certos que muitos trabalhadores e membros dos sindicatos poderão enriquecer e lançar uma Campanha Publica.

A classe dominante e o seu governo estão preparados para fazer os trabalhadores para, e muito caro, a crise provocada pela especulação financeira do grande capital.
Este governo, tão célere em dar subsídios a empresas fraudulentas, que depois do dinheiros nos seus cofres, encerram a actividade deixando cada vez mais trabalhadores no desemprego, tem de tomar medidas para defender as famílias trabalhadores e os sectores pobres.

Os Sindicatos e outras organizações de trabalhadores necessitam também, urgentemente, de denunciar o reforço do estado securitário, que cerca sistemática e provocatoriamente os bairros pobres do pais.
Os Sindicatos têm de assumir como sua bandeira, a exigência de igualdade de tratamento entre trabalhadores portugueses e imigrantes, a nível salarial, económico, cultural e político.
Isso evitará a criação de “bodes expiatórios” para a crise e a divisão da classe trabalhara que, como a história do movimento operário nos mostra, não tem fronteiras.
Sob pretexto do combate à criminalidade, o Governo coloca as força repressivas do estado na paisagem urbana, não para prevenir a criminalidade, mas para perseguir as minorias, para depois reprimir os trabalhadores e suas organizações quando sairmos às ruas em defesa da nossa dignidade, de salários decentes e de padrões de vida civilizados.

De onde vem a crise?
A raiz dos problemas que atravessamos não decorrem da “malvadez” ou “cretinice” ou “ganância” de um ou outro personagem. É fruto de um sistema injusto, que vive da exploração do homem pelo homem, para obter lucros para uma minoria cada vez mais pequena.
Esse sistema tem um nome, Capitalismo, e a sua alternativa também: Socialismo.
Ora nem o “socialismo patronal” de Sócrates, nem o “socialismo real” vivido entre meados dos anso 1920 até 1989 na antiga União Soviética e, na Europa de Leste e noutros lugares, são, nem aproximadamente o Socialismo.
Alternativa Socialista
O Socialismo é a planificação económica democrática da sociedade, com controlo e gestão dos produtores e consumidores. Essa é uma alternativa que o nosso dia a dia se encarregará de mostra não só necessária como inevitável se não queremos o regresso ao barbarismo.

Todos ao Dia Nacional de Luta!
Os Ricos Que Paguem a Crise!
Socialismo Sempre, PS nunca mais!

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